Suki Sin nasceu em 1998 em Nova York, Estados Unidos, em uma família de ascendência chinesa. Desde cedo, ela demonstrou interesse por artes cênicas e comunicação, participando de grupos de teatro na escola e eventos de dança. Aos 17 anos, começou a trabalhar como modelo fotográfico independente, o que a levou a explorar o universo adulto de forma gradual. Ela conta que a decisão de entrar na indústria foi tomada após conversas abertas com amigos próximos e muita pesquisa sobre os aspectos legais e emocionais da profissão.
Suki fez sua estreia oficial em 2018, gravando cenas para estúdios especializados em conteúdo étnico e de nicho. Ela escolheu o nome artístico "Suki Sin" por combinar um toque japonês com uma referência ao pecado original em inglês. No início, enfrentou desafios típicos de quem entra no mercado: adaptação às dinâmicas de sets, negociação de contratos e construção de uma marca pessoal. Ela se destacou por sua facilidade em improvisar diálogos e por manter uma postura profissional mesmo em situações de pressão.
Entre 2019 e 2021, Suki trabalhou com produtoras como Brazzers, Reality Kings e Team Skeet, onde gravou séries voltadas para o público que aprecia atrizes de ascendência asiática. Ela menciona que a parceria mais marcante foi com a diretora Ana Foxxx, que a ajudou a desenvolver técnicas de atuação mais naturais. Durante esse período, Suki também participou de filmes com temática LGBTQIA+, ampliando seu repertório e recebendo feedback positivo de fãs que elogiavam sua versatilidade.
Em 2022, Suki decidiu fazer uma pausa de seis meses para focar na saúde mental e em questões familiares. Ela revelou em entrevistas que sofreu com ansiedade por conta da exposição online e de comentários negativos nas redes sociais. Durante o afastamento, praticou ioga, fez terapia e se reconectou com parentes que não aprovavam sua profissão. Voltou ao trabalho em 2023 com uma nova perspectiva, priorizando projetos que oferecessem mais controle criativo e condições éticas de trabalho.
Fora das câmeras, Suki Sin desenvolveu um interesse por produção de conteúdo independente. Ela lançou um pequeno site pessoal (sem links comerciais diretos) onde escreve sobre bastidores, dicas de autocuidado e reflexões sobre a indústria. Também começou a gravar podcasts com outras atrizes para discutir temas como consentimento, direitos trabalhistas e preconceito racial. Ela afirma que essas atividades a ajudam a se sentir mais realizada e a construir uma carreira além do entretenimento adulto.
Em 2023, Suki foi indicada ao prêmio AVN na categoria "Melhor Atriz Asiática", mas não venceu. No ano seguinte, recebeu uma nomeação no XBIZ Awards por sua atuação em uma cena de drama erótico. Embora não tenha levado os troféus, ela considera essas indicações um sinal de que seu trabalho está sendo notado por críticos e colegas. Ela pretende continuar na indústria por mais alguns anos, mas já planeja fazer a transição para coaching de novos talentos quando decidir se aposentar.
Suki Sin mantém sua vida pessoal bastante reservada. Sabe-se que ela namora um profissional de tecnologia desde 2021, mas evita expor detalhes nas redes. Em relação ao futuro, ela diz querer abrir uma agência de gerenciamento de carreiras para atores e atrizes iniciantes, com foco em segurança e bem-estar. Também estuda marketing digital e produção audiovisual para se tornar uma empreendedora independente. Para ela, o mais importante é ter autonomia sobre sua narrativa e poder escolher os caminhos que deseja seguir.